Museu Republicano

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Museu Republicano "Convenção de Itu" - exposições

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EXPOSIÇÃO

Fios do Passado

A Exposição Fios do passado é o resultado de uma experiência estética e histórica desenvolvida pela fotógrafa Pola Fernandez junto ao Grupo de Mulheres Negras Saltenses Nyota.
São 20 fotografias impressas em tecido e bordadas com fios e adereços, bem como um painel artístico retratando um navio negreiro em que serão fixados trechos bordados das poesias de Castro Alves.
Acompanha a exposição o documentário “Mulheres Bordadas – Fios do Passado”, sob direção da cineasta Lilian Solá Santiago, que aborda aspectos da história e da subjetividade das mulheres negras na cidade paulista de Salto.
A abertura contará com a participação especial do Coral Vozes Afro de Salto e a leitura pública de poemas feitos por alunos da cidade de Itu.

A Exposição Fios do passado é o resultado de uma experiência estética e histórica desenvolvida pela fotógrafa Pola Fernandez junto ao Grupo de Mulheres Negras Saltenses Nyota.São 20 fotografias impressas em tecido e bordadas com fios e adereços, bem como um painel artístico retratando um navio negreiro em que serão fixados trechos bordados das poesias de Castro Alves.

Acompanha a exposição o documentário “Mulheres Bordadas – Fios do Passado”, sob direção da cineasta Lilian Solá Santiago, que aborda aspectos da história e da subjetividade das mulheres negras na cidade paulista de Salto.

A abertura contará com a participação especial do Coral Vozes Afro de Salto e a leitura pública de poemas feitos por alunos da cidade de Itu.

 

Visitação
De terça a domingo, das 10h às 17h.
Entrada Gratuita
Endereço
Rua Barão de Itaim, 67
Centro - Itu - SP

Maria Antonia: uma vida, muitas histórias

Maria Antonia Luporini Sampaio nasceu em Itu aos 22 de agosto de 1916 e, aos 23 anos, a convite do Diretor do Museu Paulista, Affonso d'Escragnolle Taunay, passou a ocupar o cargo de conservadora do Museu Republicano "Convenção de Itu", que estava vago por ocasião do falecimento de seu pai Arthur, permanecendo na instituição até 1975.

A exposição em homenagem ao centenário de seu nascimento se espalha pelas salas do Museu Republicano onde Maria Antonia trabalhou por 36 anos, cuidando do acervo, atendendo ao público, zelando pelo edifício e pela instituição.

Cardápios e banquetes na Primeira República

Nas décadas iniciais da República brasileira (1889-1930), os banquetes tiveram papel de destaque para selar alianças políticas, firmar negócios e homenagear figuras ilustres, em geral ao som de orquestras. Contavam com cardápios ricamente elaborados em termos gastronômicos e gráficos que revelavam, por meio do conteúdo, os alimentos privilegiados em determinadas ocasiões, as formas requintadas de preparo, os tipos de utensílios dos serviços de mesa a serem utilizados pelos convidados.

Dada a importância social e política que revestia esses momentos de convivência social, era comum que seus convidados e participantes guardassem os cardápios como recordação. Como exemplo, temos a coleção de cardápios do arquivo pessoal do ex-presidente da República, Washington Luís, guardada no Museu Republicano “Convenção de Itu”, núcleo central para a montagem desta exposição.

 

Itu em fotografias e postais

A exposição Itu em fotografias e postais foi concebida a partir da pesquisa de mestrado de André Luís de Lima, Imagens da cidade: a evolução urbana de Itu através da fotografia, defendida na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo em 2014.

O rico material exposto - fotografias, postais, aquarelas, jornais, negativos de vidro e máquina fotográfica – é composto pelos acervos do Museu Republicano “Convenção de Itu”, da Biblioteca Pública Municipal Professor Olavo Valente de Almeida, do Centro Histórico do Colégio São Luís e de colecionadores de imagens da cidade de Itu, em vários momentos de sua história.

Os originais e reproduções selecionados trazem informações sobre os primeiros registros fotográficos de Itu; o surgimento, padrões e a utilização dos bilhetes e cartões postais; as coleções de casas editoriais e de fotógrafos que atuaram na cidade e, ainda, as transformações urbanas, flagradas por diferentes máquinas fotográficas até a década de 1960.

 

De casa a Museu: A formação do Museu Republicano 1923-1946

O sobrado que atualmente sedia o Museu Republicano “Convenção de Itu” pertenceu a diversas famílias ituanas até se transformar em museu em 18 de abril de 1923, data de sua inauguração. Entre as famílias proprietárias do edifício destaca-se a de Carlos Vasconcellos de Almeida Prado que, em 18 de abril de 1873, sediou a Convenção Republicana de Itu. A exposição trata desta transformação por meio de textos e fotografias, mas também, de algumas práticas sociais ligadas à unidade doméstica de famílias ricas ituanas, moradoras do Sobrado.

No núcleo “Coisas encontradas no Jardim”, formado por fragmentos arqueológicos encontram-se os objetos de uso doméstico como louças e faianças; higiene, como escova de dentes; alimentação, como os ossos de mamíferos e aves além de materiais de construção como tijolos e telhas, coletados na área do jardim do Museu Republicano, antigo quintal da casa, durante a reforma do edifício em 2007. A pesquisa foi realizada de acordo com a portaria no. 257, do IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional ( 20/08/07).

 

A pintura no piano: indícios de Miguel Dutra, artista de Itu

Numa antiga alcova da casa (pequeno cômodo sem janelas) estão expostas várias reproduções das aquarelas do artista ituano Miguel Dutra, que registrou em suas pinturas lugares de Itu e de outras cidades da antiga Província de São Paulo, nos anos de 1840, além de um interessante piano de fabricação artesanal, que traz uma pintura atribuída a Miguelzinho Dutra.

O visitante é convidado a examiná-la e compará-la com outras pintadas pelo artista, reproduzidas na parede. O próprio piano pode ter sido construído por ele, que também se dedicou a esse tipo de atividade, tendo trabalhado com Antonio Venerando Teixeira, construtor de pianos em Itu no século 19, considerado como primeiro fabricante de pianos do Brasil. Dois pianos construídos por Venerando Teixeira também se encontram nesta sala de exposição.

 

 

Criando a Sala da Convenção

A "Sala da Convenção" foi uma das primeiras áreas de exposição abertas ao público, em 18 de abril de 1923. Affonso de Taunay, então Diretor do Museu Paulista e do Museu Republicano, idealizou-a como um espaço para rememorar a reunião dos republicanos paulistas, ocorrida em 1873, e que ficou conhecida como "Convenção de Itu".

Composta por mobílias, um lustre francês de cristal e piano, recria o recinto de uma sala de visitas, aproximando o público do ambiente vivenciado pelos republicanos da segunda metade do século 19. Nas paredes, estão presentes retratos de alguns Convencionais e dos proprietários da casa em 1873.

 

 

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